Cidadão cobra ação do poder público para coibir depósito irregular de resíduos no Guarani

por Luís Francisco Caselani última modificação 05/11/2018 20h07
05/11/2018 – O sapateiro aposentado Cláudio Martins fez uso do expediente da Tribuna Popular durante a sessão ordinária desta segunda-feira, 5 de novembro, para pleitear soluções para duas demandas que tem acompanhado em Novo Hamburgo. Uma delas refere-se à disposição irregular de resíduos na rua José Henrique Pohren, no bairro Guarani. Conforme o relato do cidadão, o local tem se tornado depósito de móveis e eletrodomésticos em desuso, trazendo, acima de tudo, prejuízos ambientais para a cidade.
Cidadão cobra ação do poder público para coibir depósito irregular de resíduos no Guarani

Jaime Freitas/CMNH

Televisores, geladeiras, sofá, o que imaginar eles largam ali. É um veneno para o meio ambiente, porque vai para o arroio e, consequentemente, para o rio”, alertou. Martins afirmou que a equipe de limpeza urbana da Prefeitura tem efetuado o serviço no local regularmente, mas atestou que isso não tem sido suficiente. “Cinco minutos depois já está tudo tomado por resíduos novamente”, informou. O cidadão cobrou ainda a colocação de placas de identificação com o nome da rua junto aos cruzamentos.

Terceira idade

A outra situação sobre a qual discorreu o morador de Novo Hamburgo atém-se ao que classificou como um “desrespeito” aos idosos. Segundo ele, atitudes diárias referentes ao tratamento dispensado aos integrantes da terceira idade evidenciam esse comportamento. “No Japão, o idoso é reverenciado. Aqui, é um desrespeito, uma falta de sensibilidade. Podemos mudar esse panorama a partir das salas de aula, educando as gerações desde cedo. Para isso, porém, precisamos valorizar nossos professores”, enfatizou. Martins pediu ainda um melhor tratamento junto às unidades de saúde. “Os idosos, alguns sem condições de se locomover, vão para o posto às 4h30, 5 horas, à espera de atendimento. Trabalharam a vida toda e recebem agora esse tipo de atenção. Além disso, às vezes têm que esperar dois ou três anos por um exame”, lamentou.

Tribuna Popular

Durante as sessões ordinárias, pessoas previamente inscritas também têm direito à fala, por meio do expediente da Tribuna Popular. As inscrições devem ser feitas junto à Secretaria da Casa, no terceiro andar, a partir do preenchimento de uma solicitação. As datas serão estabelecidas conforme disponibilidade de agenda.